Temas que não querem calar-se...
Revista OffLine divulgada na 21ª bienal do livro, nos mostra que o livro, a literatura e a tecnologia podem andar juntos.
Veja o artigo:
A visão de uma geração de transição sobre o futuro da produção literária.
As tecnologias digitais proporcionam novas oportunidades para a divulgação de jovens autores, de sua produção e da própria literatura, mas em que medida elas afetaram a sua temática e até mesmo sua linguagem? O questionamento sobre o futuro do livro ou futuro da literatura é temas dos mais discutidos entre profissionais do mercado editorial, autores e leitores. Mas será que há uma relação entre estes dois fundamentos? Em que medida as plataformas digitais e a Internet afetaram a produção literária? Confundem-se, nas discussões, as questões do futuro da literatura e o futuro do livro, como objeto material. Agora, fica a pergunta:
O que voces pensam sobre esses temas?
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quinta-feira, 26 de agosto de 2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Longe dos livros...
Pesquisas constatam que brasileiros lêem muito pouco e quase não gastam com literatura.
A Maioria dos brasileiros lê pouco e quase não compra livros. Baseado em levantamento do IBGE esta pesquisa se encontra no livro “O livro no orçamento familiar” e “Retratos da literatura no Brasil”, ambos divulgados pelo Instituto Pró-livro.
“Os estudantes lêem mais por obrigação do que por prazer na escola, a qual deveria formar leitores para a vida inteira mas, não basta só a escola praticar esta ação, acredito muito que esta ação deve partir de casa. Os pais devem ler para os filhos, os filhos devem ler para os pais, os pais devem dar o exemplo... assim, como é na hora da refeição onde o exemplo é passado (conforme mostrei no artigo “Tá na mesa...”) também, deve ser na hora da leitura. Então, porquê não separar uma hora por dia para leitura junto com a família?
A Maioria dos brasileiros lê pouco e quase não compra livros. Baseado em levantamento do IBGE esta pesquisa se encontra no livro “O livro no orçamento familiar” e “Retratos da literatura no Brasil”, ambos divulgados pelo Instituto Pró-livro.
“Os estudantes lêem mais por obrigação do que por prazer na escola, a qual deveria formar leitores para a vida inteira mas, não basta só a escola praticar esta ação, acredito muito que esta ação deve partir de casa. Os pais devem ler para os filhos, os filhos devem ler para os pais, os pais devem dar o exemplo... assim, como é na hora da refeição onde o exemplo é passado (conforme mostrei no artigo “Tá na mesa...”) também, deve ser na hora da leitura. Então, porquê não separar uma hora por dia para leitura junto com a família?
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